Vida sem sentido, pesadelo diário. Busca incessante de uma distinção, de uma diferença, algo que me torne especial nesse mundo de pessoas tão parecidas... As pessoas dizem que cada ser é único, mas todos tem dois olhos, um nariz, e uma boca. Cabelo na cabeça, dois braços e duas pernas. Todos sofrem, todos riem. Todos sentem, todos morrem. Olha o tanto de coisa que eu tenho em comum com o resto da humanidade... Não que eu esteja querendo perder uma perna, um braço ou um olho, mas eu quero sentir coisas diferentes, pensar coisas que nunca foram pensadas e ser imortal. Isso seria ser diferente. Não uma coloração distinta no cabelo. Não uma tatuagem no meio das costas. Eu queria o dom de escolher meus sentimentos, de fazer com que tudo se encaixe de alguma maneira em meus planos... Queria poder mudar esse destino, esse ciclo de "nascer, estudar, trabalhar, casar, ter filhinhos, ficar velho e morrer". Queria fazer algo diferente. Abandonar os instintos humanos. Ser Extra Terrestre, Extraordinária, Incomum, Unica.
sábado, 23 de julho de 2011
Diferenças
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
"Entretenimento humano"
Eu assisti fantástico no domingo, ontem, e eles fizeram uma reportagem sobre uma toureira que foi atacada pelo touro, cujo chifre penetrou na perna dela e teve uma serie de complicações. Então eu comecei a pensar, que tipo de pessoa sádica, cruel e psicopata sente prazer ao assistir a uma tourada? Aquele espetaculo horrendo onde os toureiros enfiam laminas nas costas do touro até eles morrerem sangrando. Isso é diversão? Confesso que na hora, pensei "hah, ela podia mesmo ter perdido a perna, seria menos um toureiro (psicopata cruel) nesse mundo." E as famosas "rinhas"? Onde colocam galos, cães, ou outros animais para lutarem até a morte enquanto apostam. Hah, se vocês humanos acreditam que isso é diversão, então eu tenho que dizer que vocês são verdadeiros monstros... Claro, alguns, como eu, são contra essas barbaridades, e estão por aí tentando evitar, mas, esse acontecimento que é até como um show historico, que são as touradas, precisam acabar. O ser humano precisa evoluir, e perceber que ele não é o unico ser vivo que sente dor, medo e desespero. Eles precisam parar de enxergar os animais como objetos de diversão, e começar a vê-los como os seres vivos que são. Vamos lá, seres humanos, evoluam!
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Silencio
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Julgamentos e "bulliyng"
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domingo, 26 de junho de 2011
Planeta estranho
O vida é tão estranha! E o pior é que por mais difícil que seja viver, eu não sei se suportaria não viver... Apenas o mesmo medo do desconhecido que todos temos. Muitas vezes eu pensei em me matar, ir longe assim... Mas são aquelas horas que parece que nada está certo, que nós não estamos certos, e o melhor pra pessoa e para o mundo, é deixar de existir. Só que quando essa melancolia passa, quando surgem planos, idéias e sonhos... Fica muito difícil abrir mão da vida. Eu não sei se teria coragem de verdade. Eu penso em primeiro, antes de minha vida acabar, eu quero dar um jeito nesse mundo. Acabar com a desigualdade e a pobreza, dar um lugar melhor para os animais viverem, e matar todos os assassinos e psicopatas :). Esse planeta é muito esquisito. Os seres humanos são muito esquisitos. Eu não os compreendo e eles com certeza não me compreendem. E tudo que eu quero é fazer com que esses alienados, dêem atenção para o que eu tenho a dizer ou a o que que tenho a fazer, pois afinal de contas, esse mundo evolui errado, porque os seres humanos não acreditam um no outro. Eu posso ser estranha, e até talvez uma E.T., mas eu quero melhorar esse lugar! (:
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Vida real
Porque a vida real precisa ser tão complicada? Seria tão melhor se fosse só felizes para sempre e ponto! Só que parece que a vida real é o contrario dos livros. Claro que tem alguns livros beem deprimentes, que se espelham na vida real em sua forma mais pura. Só que eu odeio a vida real, e isso é tudo culpa minha! Sou eu que teimo em viver em meu mundo de fantasias... Estou tentando mudar isso, mas não é bem algo fácil de se fazer. Sabe alguém que passa a vida toda comendo doces, então, proibem essa pessoa de comer doces, porque ela é diabética e os doces fazem mau pra ela. A pessoa no começo vai sofrer muito, vai ser super difícil superar o impeto de comer açucar, e ela vai sofrer um tipo de abstinência. É exatamente assim comigo. Eu sofro abstinencia de fantasia, e as vezes não posso controlar.
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Minha vida na (não-)realidade
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Quem sou eu?
Eu não faço idéia de que tipo de experiencia de laboratorio eu sou. Só sei que não posso ser humana. Como eu poderia ser humana, se me irrito tanto com essa condição limitada? As vezes acho que sou um ET. Ou talvez seja apenas um ser humano qualquer, que não encontrou sua identidade, mas encontrou uma raiva precoce do mundo. Eu não sei como posso ser da mesma espécie que esses psicopatas assassinos, ou que esses adolescentes cruéis que faz os menos populares se sentirem lixo. Não sei como posso ser da mesma espécie de um ser que as vezes tenho vontade de matar, em um mundo que tenho vontade de explodir. Talvez eu seja psicótica. Claro que eu gosto de alguns desses seres estranhos. Porquê como eu, nem todos tem culpa de pertencer a essa especie, e acho que eu seria injusta de generalizar desse jeito. Aos seres humanos que se sentem mau com tudo que sua especie faz, minha admiração, aos que até apoiam as maldades, meu desprezo, e aos alienados que preferem não estar em nenhum desses lados, minha pena. Sinto muito se soei ofensiva a vocês humanos com amor a patria, mas tenho minhas opiniões, e não deixarei de expressa-las, queiram vocês ou não.
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Liberdade existe?
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Vira-lata
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Menina-muleca
Postado por Jheo às 16:53 0 comentários
Tristeza ou ingtratidão?
Não sei por que minha tristeza... Minha vida não é ruim. Nunca me faltou nada. Era pra eu ser feliz, mas sou ingrata demais pra fazer isso... Não me sinto feliz. Mesmo com todas as mordomias... Viagens... Roupas e calçados novos, idas a restaurantes e pizzarias de vez em quando... Nunca faltou comida, sempre tive fartura, e mesmo assim tenho o atrevimento de não me sentir feliz. Não tenho muitos amigos. Sou quieta a ponto de ser invisível. Meus pais não param de reclamar de dividas, casa bagunçada, notas, cachorros, enfim, quase tudo que fazem é reclamar. Minha mãe tem um problema, um detestável e horrível problema, e por causa dele, acho que raramente é realmente feliz. Tirando essas coisas, não tenho motivos pra me entristecer... Mas me entristeço. Não só por mim, mas pelo mundo. Entristeço-me pelos meus poucos e sinceros amigos, me entristeço pela miséria, me entristeço pela corrupção, e se já não bastasse, me entristeço pelo futuro, meu e de toda a humanidade. Quero sempre ajudar meus amigos, quero sempre ajudar o mundo. Acabo ficando triste pelas pessoas alienadas que sequer ligam pra tudo isso. Fico triste porque as pessoas vivem em seus próprios mundos em tempo integral. Umas garotas que me tiram do sério, se quebram uma unha, surtam. Se o cabelo está oleoso ou cheio, surtam, se não conseguem ficar com um garoto em especial, surtam. E se falar pra elas do desastre do Japão, por exemplo, elas nem sabem do que se trata. Eu me entristeço por tudo e ao mesmo tempo por nada. Entristeço-me porque não consigo ser de outro jeito senão triste. Entristeço-me por mim, por ser uma pessoa ingrata e melancólica... Não importa isso, só importa que me sinto triste, agora e sempre.
Postado por Jheo às 16:39 0 comentários
Primeiríssimo post!
Acabo de decidir que vou escrever um blog. Cansei de gastar meus caderninhos com desabafos estranhos e delirios caóticos, e agora resolverei dois problemas de uma só vez! Meus amigos vivem reclamando que não me abro. Pois bem, se querem me conhecer intimamente, leiam esse blog. Mas não posso prometer que seu cerebro continuará intacto. Pode ser que você fique um pouquinho traumatizado, ou pegue antipatia por mim. Que seja o primeiro. Então, mãos a obra!
Postado por Jheo às 16:36 0 comentários



